Para Prevenir é Preciso Conhecer

 

Em decorrência das mais diversas situações, não é raro que o homem venha a apresentar, ao longo da sua vida sexual ativa, alguns episódios de falta de ereção. Tais episódios estão geralmente associados a determinadas situações específicas, tais como: estresse, cansaço físico, dificuldades ocasionais com a parceira, problemas familiares diversos, preocupação com a situação financeira, com o seu emprego e um sem número de outras razões. Estas dificuldades transitórias na ereção não devem ser motivo de uma preocupação maior, por parte do homem e provavelmente deixaram de ocorrer à medida que a situação de origem se extinguir. Porém, se por falta de informação, um episódio de falta de ereção for encarado com uma carga de preocupação maior do que a devida, é provável que se transforme em um problema persistente. Em vista disso é de crucial importância que mesmo aqueles que não apresentam qualquer dificuldade de ereção possuam um mínimo de conhecimento sobre Disfunção Erétil.

Um mínimo de conhecimento sobre a anatomia e funcionamento dos órgãos sexuais pode esclarecer várias dúvidas.(veja o link sobre anatomia)

 Vergonha, receios e complexos em relação ao tamanho do pênis,na maioria das vezes infundados, podem acabar levando à dificuldade de ereção e à ejaculação precoce. (veja o link tamanho do pênis)

É preciso que o homem entenda que com a idade, ocorrem modificações mas respostas aos estímulos sexuais, sem que isto o impeça de usufruir de uma prática sexual saudável e prazerosa (veja o link sobre envelhecimento).

Diversas crenças em relação à sexualidade, que muitas vezes, acompanharam o indivíduo por toda a vida, podem estar erradas e ser a causa de dificuldades na atividade sexual.(veja o link sobre mitos)

A disfunção erétil, embora seja peculiar ao homem, quando existe uma relação estável, sempre afeta ao casal. O diálogo é fundamental não só para evitar que o conflito se agrave, bem como para ajudar na resolução do problema. Está comprovado que os tratamentos que são realizados com a participação ativa do casal, apresentam resultados mais rápidos e eficazes.

Como em todas as doenças, uma visão preventiva também é oportuna em se tratando de DE. Cuidar da saúde como um todo, praticando exercícios físicos regulares, mantendo uma alimentação saudável, evitando o uso do álcool, fumo e drogas, certamente terá um efeito benéfico sobre a função sexual. (veja o link sobre causas das disfunções)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

INTRODUÇÃO
Nos dias atuais, as disfunções sexuais são passíveis de altos percentuais de resolução.
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ANATOMIA
Este link tem por objetivo prestar informações  sobre a constituição e funcionamento dos órgãos que compõem    o sistema reprodutor ou  órgãos sexuais masculinos.
 
PRINCIPAIS DISFUNÇÕES
Os problemas mais freqüentes são: a disfunção erétil, a ejaculação precoce,
a falta de desejo e a falta de orgasmo.
 
CAUSAS
 É importante compreender que inúmeros fatores podem estar envolvidos nos casos de disfunções sexuais.
 
TRATAMENTOS
Em decorrência dos novos medicamentos, do aprimoramento das técnicas cirúrgicas
e das atuais  técnicas de psicoterapia, as disfunções sexuais são passíveis de altos percentuais de resolução.
 
DISFUNÇÃO ERÉTIL
A disfunção erétil é a disfunção sexual mais freqüente em homens acima de 40 anos.
 
EJACULAÇÃO PRECOCE
A impossibilidade de controlar o momento da ejaculação é causa da inadequação sexual de inúmeros casais.
 
EJACULAÇÃO RETARDADA
A ansiedade provocada pela demora para ejacular e justamente um de seus fatores agravantes..
 
FALTA DE DESEJO SEXUAL
A diminuição ou falta de libido exige uma avaliação cuidadosa do estado psíquico e hormonal do paciente.
 
FALTA DE ORGASMO
Pode ter sua origem em causas orgânicas ou emocionais.
 
O HOMEM E O PÊNIS
O pênis e a ereção estão ligados a contextos socioculturais antigos e profundamente enraizados no meio
em que vivemos..
 
MEDIDAS PREVENTIVAS
Um simples esclarecimento pode evitar
que um problema ocasional se transforme em um transtorno mais sério.
 
INCIDÊNCIA NO MUNDO
A disfunção erétil  atinge, em diversos níveis de intensidade, mais de 50 % da população masculina entre 40 e 70 anos.
 

 

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