
"O Médico deve saber ouvir
e apresentar
disponibilidade para acompanhar o paciente
no caminho da resolução de seu problema".
A presente
rotina é baseada em nossa experiência pública e particular que integra mais de
sete mil pacientes atendidos com a seriedade que os bons preceitos éticos
determinam.
Em um primeiro
contato, o paciente deve ser entrevistado e examinado pelo médico objetivando
conhecer a forma como seu problema se desenvolveu e estabelecer uma hipótese
para sua causa. Nesta oportunidade, exames laboratoriais gerais e específicos
em relação ao problema devem ser, também, solicitados para estabelecer o
diagnóstico.
Suspeitas do
amplo comprometimento do sistema circulatório, neurológico, endócrino ou de
outros órgãos, devem merecer avaliações dos respectivos especialistas.
Determinada a
causa, a melhor forma de tratamento deve ser apresentada e discutida com o
paciente e se possível com sua parceira.
Na
possibilidade da existência de causas ou fatores emocionais relacionados ao
problema, o paciente deve ser encaminhado para um psicólogo objetivando
solucionar tais questões.
Além da
competência, a confiança depositada no médico é um fator primordial no bom
relacionamento entre este e o seu paciente. Para tanto é necessário que o
paciente tenha plena liberdade para esclarecer suas questões sobre o seu
problema e ouvir tantas opiniões profissionais quanto julgar necessário.
Com o
tratamento adequado e um real envolvimento do paciente, não raro um problema
de vários anos se resolve em um tempo surpreendentemente rápido.